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O Gabinete de Inquéritos e Análises francês, que está a investigar o que terá acontecido ao voo AF-447, vai dar hoje uma entrevista sobre os novos resultados do inquérito.O airbus A330 que desapareceu na madrugada de segunda-feira enviou 24 mensagens ACARS (mensagens de anomalias, falhas de sistema ou do painel de instrumentos) entre as h e as h (hora de Lisboa), indicou Alain Bouillard, um dos responsáveis pela investigação francesa ao desaparecimento do voo.

Numa altura em que o exército brasileiro, responsável pelas buscas da aeronave, admitiu já não saber a localização dos destroços, ainda não é possível entender o que aconteceu ao voo AF-447.

Segundo as autoridades brasileiras, em declarações à Folha Online, as correntes marítimas já terão feito com que o material avistado desaparecesse.

Ontem, Ramon Cardoso, do Departamento de Controle do Espaço Aéreo brasileiro, admitiu que nenhum dos destroços recolhidos até então pertencia ao Airbus desaparecido. Num memorando citado pela Associated Press, que a Air France não quis comentar alegando tratar-se de um documento interno, a empresa diz que está a trocar os tubos de Pitot (instrumento usado para medir a velocidade, criado pelo físico francês Henri Pilot), operação que terminará “nas próximas semanas”.

Uma das teorias para a origem do alegado acidente diz que os tubos que alimentavam os sensores de velocidade do Airbus terão ficado cobertos de gelo, fornecendo dados errados ao computador de bordo e levando a que o avião voasse com a velocidade diferente da recomendada para áreas com mau tempo. Um avião da Iberia que no domingo partiu do Rio de Janeiro logo atrás do voo AF-447, desaparecido com 228 pessoas a bordo, e que seguia na mesma rota mudou o seu trajecto original e conseguiu escapar à tempestade que terá causado a queda do Airbus da Air France. A Justiça francesa abriu um inquérito judicial contra desconhecidos por "homicídios involuntários", a propósito do desaparecimento do voo AF-447.

Um submarino nuclear francês vai procurar caixas negras.

A França vai enviar um submarino nuclear de ataque para participar nas buscas pelas "caixas negras" do avião da Air France desaparecido há cinco dias sobre o oceano Atlântico, anunciou hoje o ministro francês da Defesa, Hervé Morin. A Justiça francesa abriu, esta sexta-feira, um inquérito judicial contra desconhecidos por "homicídios involuntários", a propósito do desaparecimento do Airbus A300 que fazia o voo AF-447.O tribunal acrescentou que a Procuradoria de Paris já notificou, via carta, as famílias de cada uma das vítimas sobre este procedimento penal. Familiares das vítimas do avião desaparecido no Atlântico da Air France embarcaram hoje para o Recife, em Pernambuco, para acompanhar as buscas realizadas pela Aeronáutica na área onde se pensa que ocorreu o acidente na madrugada da última segunda-feira. O director do Departamento de Controlo do Espaço Aéreo brasileiro considerou hoje ser "cada vez mais remota" a possibilidade de encontrar algum sobrevivente do avião da Air France que desapareceu no domingo durante o trajecto Rio de Janeiro-Paris. O ministro da Defesa de França, Hervé Morin, afirmou hoje que não está ainda afastada a hipótese de um ataque terrorista ter estado na origem do desaparecimento do voo AF 447. Air France anuncia que o voo Rio-Paris da companhia vai ser renumerado, a partir de domingo, passando de 447 para 445.AF-447 passará a designar apenas o voo acidentado. A Airbus disse hoje que dará toda a assistência técnica ao inquérito sobre o desaparecimento do avião A330, apesar de a informação disponível ser ainda “extremamente limitada”. A Airbus enviou uma recomendação a todos os seus clientes sobre os procedimentos a seguir em caso de incoerências nas velocidades medidas, situação em que, apurou o BEA, o voo AF-447 se encontrava. O inquérito ao desaparecimento do voo AF-447 mostra uma "incoerência" nas velocidades fornecidas pelo avião, anunciou hoje o Gabinete de Inquéritos e Análises (BEA), a entidade francesa encarregada do inquérito oficial (veja o texto abaixo) A revelação de que os destroços encontrados pela Marinha brasileira no Atlântico não são os do A330 Rio-Paris é uma "má notícia", declarou hoje o secretário de Estado dos transportes francês, Dominique Bussereau.O jornal brasileiro Folha Online (Folha de São Paulo) noticiou hoje que uma das 24 mensagens automáticas que o sistema do Airbus A330 enviou (ver texto abaixo) reporta a quebra do leme da aeronave, uma "peça aerodinâmica essencial para o voo".Segundo o jornal brasileiro, que falou com pilotos e mecânicos de aviões Airbus, uma rajada de vento muito violenta pode ter feito o leme partir-se.A Folha fez a tradução técnica da primeira mensagem automática emitida pelo avião, segundo a qual o leme "excedeu o limite que poderia mexer, ou seja, quebrou".

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